Não se pode obrigar as pessoas a fazer o que não querem ou o que julgam ruim para si, mas iniciativa, ousadia, criatividade e boa vontade podem operar grandes transformações.
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis." (Fernando Pessoa)
outubro 30, 2011
CUIDADO: FRÁGIL!
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| Amy Winehouse
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As pessoas têm um verdadeiro fascínio por vitrines.
Vão passando, a vitrine está lá e elas precisam olhar, mesmo que não queiram adquirir nenhum daqueles objetos expostos. Simplesmente precisam olhar.
Do outro lado, tudo é feito de forma a atrair olhares e fomentar desejos – precisa ser visto. Expõe-se, na verdade, o que interessa ser exposto para capturar o que se quer.
As pessoas são assim como lojas, têm lá seu estoque com “mercadorias” de qualidade e outras nem tanto, cuidadosamente selecionadas – mais do que se pensa – para montarem a vitrine que querem ser. Alguns, cinicamente, chamam a isso de marketing. Tudo bem, no mundo dos negócios esse procedimento é praticamente uma lei, e ninguém se engana, os interessados apenas aceitam os termos e entram no jogo. A vida, porém, não tem que ser sempre um jogo – e não é, pelo menos não desse tipo.
Infelizmente, a maioria de nós acostumou-se a agir assim, aprendeu a ser assim. Cada um arruma sua vitrine com o que acha que tem de melhor, ou com o que pensa que os outros acham melhor: uma maquiagem sofisticada, uma roupa chique, uma pose, um nome de família, uma frase que copiou de alguém, uma mentirinha... E assim se assegura de que atrairá o que acredita ser bom e certo. E como todos estão por aí, olhando vitrines e buscando satisfação da mesma maneira, acabam realizando as vendas e compras tão almejadas, mas dificilmente satisfatórias por muito tempo...
Um dia a vidraça se quebra e, sem toda aquela luminosidade refletida, pode-se ver nitidamente todo o interior da loja. Ni-ti-da-men-te, sem qualquer brilho...
Ora, uma loja de verdade conserta sua vitrine, põe outra vidraça. Algumas “vidraças humanas”, quando se quebram, dispensam conserto porque acabam por revelar algo melhor do que expunham antes; já outras, ao se quebrarem, podem até ser reconstruídas (algumas pessoas até o fazem com urgência), mas o que se revelou já não pode ser consertado e seu brilho não mais será o mesmo.
Resta a cada um decidir que tipo de vitrine quer ser. Ou melhor: o que você quer ser quando a vitrine quebrar?
As pessoas são assim como lojas, têm lá seu estoque com “mercadorias” de qualidade e outras nem tanto, cuidadosamente selecionadas – mais do que se pensa – para montarem a vitrine que querem ser. Alguns, cinicamente, chamam a isso de marketing. Tudo bem, no mundo dos negócios esse procedimento é praticamente uma lei, e ninguém se engana, os interessados apenas aceitam os termos e entram no jogo. A vida, porém, não tem que ser sempre um jogo – e não é, pelo menos não desse tipo.
Infelizmente, a maioria de nós acostumou-se a agir assim, aprendeu a ser assim. Cada um arruma sua vitrine com o que acha que tem de melhor, ou com o que pensa que os outros acham melhor: uma maquiagem sofisticada, uma roupa chique, uma pose, um nome de família, uma frase que copiou de alguém, uma mentirinha... E assim se assegura de que atrairá o que acredita ser bom e certo. E como todos estão por aí, olhando vitrines e buscando satisfação da mesma maneira, acabam realizando as vendas e compras tão almejadas, mas dificilmente satisfatórias por muito tempo...
Um dia a vidraça se quebra e, sem toda aquela luminosidade refletida, pode-se ver nitidamente todo o interior da loja. Ni-ti-da-men-te, sem qualquer brilho...
Ora, uma loja de verdade conserta sua vitrine, põe outra vidraça. Algumas “vidraças humanas”, quando se quebram, dispensam conserto porque acabam por revelar algo melhor do que expunham antes; já outras, ao se quebrarem, podem até ser reconstruídas (algumas pessoas até o fazem com urgência), mas o que se revelou já não pode ser consertado e seu brilho não mais será o mesmo.
Resta a cada um decidir que tipo de vitrine quer ser. Ou melhor: o que você quer ser quando a vitrine quebrar?
O DIA DE FINADOS
A Igreja Católica determinou uma data para homenagear os mortos, tornando oficial o que alguns outros segmentos cristãos já faziam. Entendo que é da natureza humana guardar a memória dos que se foram; com ou sem orientação religiosa, penso que o faríamos naturalmente, por causa das marcas que as pessoas deixam em nós, principalmente os entes queridos.
Os que já fizeram a inevitável viagem, creio eu, estão agora aos cuidados do Pai. Podemos, portanto, nos tranquilizar quanto às suas necessidades – não há o que possamos pedir que Ele não saiba e não esteja providenciando, pois já os acolheu. Acredito mesmo nisso.
Neste dia de finados, nossa tristeza e lamentação devem dar lugar a uma saudade boa e a orações de agradecimento pelas pessoas que, agora ausentes fisicamente, nos deixaram seus gestos, suas ideias, seus exemplos. E por que não aproveitarmos a ocasião também para refletirmos sobre nossa passagem por aqui, sobre o que vamos deixar para quem ainda ficará, já que nada levaremos desta vida?
Construir algo bom com o que os saudosos entes nos deixaram – esta, sim, seria a melhor homenagem.
VIDA ETERNA
“Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.” João 4:14
“E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” João 11:26
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