agosto 16, 2012

É uma das coisas mais belas que já vi.
Uma das histórias mais belas que já ouvi.

Maya Nakanishi recebeu críticas por posar seminua na tentativa de angariar fundos para seus treinos visando os Jogos Paraolímpicos de 2012.




janeiro 21, 2012

DELÍCIA! A verdade sobre o novo "hit"

A criançada descobriu a verdadeira história por trás do mais estrondoso sucesso musical dos últimos tempos:

 Era a sandália e a barata. A barata começou a cantar: ''NOSSANOSSA, ASSIM  VOCÊ  ME  MATA!"
 E a sandália: ''AI, SE EU TE PEGO, AI, AI, SE EU TE PEGO! DELÍCIA, DELÍCIA!"
 E a barata: "ASSIM VOCÊ ME MATA!"
                                                             
 Agora, sim, está explicado.



janeiro 06, 2012

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"Conhecer os outros é inteligência,

conhecer-se a si próprio é verdadeira sabedoria.

Controlar os outros é força,

controlar-se a si próprio é verdadeiro poder. "


Lao-Tsé


VÊ SE (TE) ENXERGA!





Tudo aconteceu outra vez: festejamos a chegada de um novo ano, comemoramos nossos sucessos, lamentamos nossos fracassos, ou não... Enfim, tentamos contabilizar erros e acertos. Paramos por instantes, olhamos para trás, revemos nossas atitudes, projetos, progressos, ou a falta deles, para enxergar direito onde e por que erramos e talvez projetar adiante novas possibilidades de acerto. Mas festejamos, sempre festejamos!
De minha parte, comemoro mesmo o momento “pós-balanço-anual-da-minha-vida”. Credo! Que coisa mais maçante! É claro que temos que rever nosso caminhar e muitas vezes empreender mudanças, mas que seja este um processo salutar, sereno, criativo. E que recomecemos de uma vez!
Olha o que faz a mídia, por exemplo: toda ela nos convoca a revisar alucinadamente todos os fatos do ano que está terminando, exibindo exaustivamente aquelas retrospectivas dramáticas que até roubam o precioso tempo para aquela nossa introspectiva. Alguns meios midiáticos tentam algo mais “animadinho” e apresentam lá suas seleções e classificações: os mais elegantes do ano, os mais mal vestidos, os acidentes mais espetaculares, os crimes mais hediondos, os dez mais... os dez menos... Que coisa cansativa! E tem gente que gosta. Ficamos perplexos diante de uma tela, olhando, analisando e discutindo o que vai pelo mundo afora, muitas vezes bem distante de nós, buscando talvez um fato que nos inspire, que nos sacuda e nos assegure de que haverá mudanças e a vida pode melhorar.
É isso que fazemos. Tomamos distância, olhamos para longe só para ver o que está lá, mas não vamos a lugar algum a partir desse olhar. O novo ano começa, às vezes até sob  nossas lamúrias: “Nada dá certo para mim! Deus não escuta minhas preces! Não dou sorte mesmo! Por que o Fulano pode e eu não?” – e seguimos no mesmo caminho. Ou então fazemos planos equivocados: “Esse ano vou passar a me vestir no estilo de Fulano, vou fazer o mesmo curso que meu colega fez, vou comprar um carro igual ao do meu vizinho”. Não seria mais prudente e produtivo termos vida própria e sermos nós mesmos?
Acredito mesmo que é simples assim. Aquele Fulano que deu certo, por exemplo, provavelmente não desperdiçou muito tempo diante da tevê olhando a vida dos outros passar, e enxergou a vida de outra maneira.